Palinha Cultural

Palinha Cultural reestreia com ação em prol dos Amigos do Museu

 

Existente há uma década a Palinha Cultural do CDC retornou com glamour após três anos extinta do calendário cultural de Parauapebas. A causa foi nobre para o evento, ajudar a Associação Amigos do Museu que visionou a reestreia da Palinha como uma ocasião ímpar para arrecadar fundos para a entidade, com o objetivo de concluir o processo de sua legalização.

 Palinha Cultural: de acordo com a diretora do Centro de Desenvolvimento Cultura Síndima Pinto, o retorno do evento semanal, foi o justo reconhecimento do talento dos artistas locais, pois é uma ocasião para que a música popular brasileira seja imortalizada como também a exposição de belas artes de artesanato, comidas típicas, acervo de poesias e as danças regionais todas estas estrelada pelo povo de Parauapebas. “A Palinha Cultural é um patrimônio de nossa cidade, pois nela podemos promover o encontro dos amigos da família e colocando em evidência a arte, estamos nos esforçando para que a partir de agora todas as sextas-feiras, venha estar acontecendo”. Acrescentou Síndima.

Amigos do Museu: Associação Amigos do Museu é uma organização sem fins lucrativos que está em fase de legalização, composta por voluntários com o intuito de cooperar com o Museu de Parauapebas. Visando projetos de captação de acervo histórico e cultural a entidade busca resgatar a identidade do povo de parauapebense.  De acordo com José Luiz, presidente da AAM, o Museu de Parauapebas foi instituído desde 2011 fundamentado em lei, mas o que arremete ao projeto é a falta de espaço físico para sua estruturação, causa disto, reconhece que a associação legalizada os mesmos desfrutaram de financiamentos direto de instituições de apoio à cultura. “Retomamos o projeto da entidade por reconhecer que Parauapebas possui um leque histórico cultural de sua memória exorbitante, e nosso objetivo é conseguir concluir o processo de legalização para poder começar a campanha de captação de acervo”. Informou José Luiz.

Para o antropólogo Leonardo Bruce,o museu será a concentração da riqueza histórica de Parauapebas, mesmo porque apesar da cidade ser jovem, já possui uma população nascida seu seio, causa disto, precisa manter viva a história para encontra a identidade desta geração. Para o antropólogo o museu já possui acervo fotográfico da fundação da cidade, plebiscito de emancipação, projeto grande Carajás, relatos de pioneiros, mas para o museu precisa de uma equipe interdisciplinar, arquivistas e arqueólogos. “Estamos em busca de acervo, seja uma simples fotografia para enriquecer nosso acervo histórico para desenvolver um sentimento de pertencimento ao lugar”. Concluiu Bruce.

Por: Marcyne Paula

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